É o local onde, por volta do fim do século XIX e início do século XX em diante, tradicionalmente as classes mais humildes podiam frequentar para praticar as danças de casal, ou danças de salão. Não chegava a ser um clube e sim uma alternativa para essas pessoas e, pelo que consta a história, as gafieiras sempre existiram no município do Rio de Janeiro.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
O RESGATE DA NAÇÃO
Na audiência de conciliação ocorrida na manhã desta quarta-feira (18), na 5ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, o presidente de honra e fundador Francisco Lino da Silva, assumiu pagar a dívida trabalhista, a partir do dia 5 de outubro, no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) para o Sr. Márcio Roberto Anchieta, que resultou na penhora da sede social da AUS Boêmios do Laguinho.
O pagamento será da seguinte forma: Dia 5 de outubro 10.000,00 de entrada e mais quatro parcelas de 5.000,00 no dia 5 dos meses subsequentes (novembro e dezembro – 2019 e janeiro e fevereiro - 2020).
No sábado (21), a partir das 12h, Francisco Lino da Silva está convocando todos aqueles que amam Boêmios do Laguinho, para se fazerem presentes no lançamento da campanha “Acorda Laguinho, Amor. Respira Esse Novo Ar”, em frente à sede da Nação Negra (av: Gal. Osório – Laguinho). O objetivo principal é compartilhar com a comunidade a real situação e solicitar a contribuição de todos para resgatar nosso Patrimônio.
#EiRespeitaOLinoRapá.
ACORDA LAGUINHO, AMOR
É com esse objetivo de amor que o presidente de honra e fundador, Francisco Lino da Silva (maior personalidade do carnaval amapaense), convoca toda a Nação Laguinhense para se fazer presente e assumir essa campanha “Acorda Laguinho, Amor. Respira Esse Novo Ar”.
Boêmios. És Patrimônio da história e teu manto sagrado vermelho e branco, veste toda nossa comunidade que ama essa agremiação e se une em defesa de seu valor.
Respeitamos sua existência e conquistas que estão cravadas em nossos corações e jamais permitiremos que sua história seja maculada. Nós te amamos, Boêmios do Laguinho.
terça-feira, 17 de setembro de 2019
CD TODO MÚSICA, O PRIMEIRO SOLO DO CANTOR E COMPOSITOR ENRICO DI MICELI
(Por Ruy Godinho, Pesquisador, radialista e escritor)
| Foto: Alexandre Brito |
Eis que chega ao cenário fonográfico brasileiro um laivo de esperança, uma luz no fim do túnel, o CD Todo Música, primeiro solo do cantor e compositor amazônico Enrico Di Miceli, cultivado ao longo de três décadas de profícua carreira.
A causa de tamanho espanto, esperança e reconforto é que, sempre antecedido pelo canto do anun, as notícias que têm sido anunciadas para a área cultural não têm sido lá muito boas. Num cenário fonográfico direcionado por força do poder econômico, este álbum aporta como um alento, um canto alvissareiro de que as coisas boas estão latentes, vivas e que a qualquer momento podem pratear o céu como uma noite de lua cheia.
A impressão que se tem quando da primeira audição, é de que o disco não poderia ter outro nome: Todo Música. E que a faixa título representasse um autoelogio – bem que poderia. Mas, não é, foi composta em homenagem a Gilberto Gil– grande referência de Enrico - e que imprimiu todo o conceito da produção.
Mas, que o “cara é todo música”, é. Tanto que a produção se apresenta como uma vitrine da competência e da criatividade de Enrico Di Miceli, um compositor intuitivo, livre das amarras da teoria, rebelde, que vai e vem solto,em diversos gêneros. Compõe belas melodias que desfilam suas belezas nas já reconhecidas harmonias sofisticadas, que é um diferencial do compositor. No cardápio temos as baladas Todo música (c/Joãozinho Gomes) e Sebastiana (c/Zeca Preto), o bolero Beijo clandestino (c/Joãozinho Gomes), o funk Rita Santana (c/José Inácio Vieira de Melo), o marabaixo Pedra de Mistério (c/Osmar Jr.), os batuques Dançando com a sereia (c/Joãozinho Gomes) e Encontro dos tambores (c/Joãozinho Gomes e Leandro Dias), o reggae-marabaixo Língua intrusa (c/Joãozinho Gomes), o blues Idade não é documento (c/Eliakin Rufino), a balada-jazz Tenho você que me tem (c/Jorge Andrade), a balada pop Vale mais (c/Joãozinho Gomes) e o marabaixo Bacabeira (c/Cléverson Baía e Joãozinho Gomes). A única faixa não autoral é a balada-rock Dia quente (Zeca Baleiro/Joãozinho Gomes), tão constante no repertório de Enrico que não poderia ficar de fora. É de bom alvitre esclarecer que marabaixo e batuque são ritmos tradicionais da africanidade amapaense.O fato é que é difícil classificar só um gênero numa faixa, pelo fato de Enrico estar sempre buscando fundir os ritmos.
Não bastasse, o CD é valorizado com a pluralidade de parcerias, é enriquecido com a qualidade das letras dos parceiros,quase todos poetas amazônicos, que não desassociam letra de música de poesia: Joãozinho Gomes, Zeca Preto, Eliakin Rufino, Jorge Andrade e Osmar Jr., além do baiano José Inácio Vieira de Melo, que lhe presenteou com a letra de Rita Santana, composta em homenagem a uma atriz, poeta e ativista político-social baiana.
À propósito, Zeca Baleiro escreveu no encarte:
“O Norte tem sido a grande Meca da música brasileira nos últimos anos, tamanho é o arsenal de ritmos, caminhos harmônicos e sonoridades. E neste belo Todo Música, Enrico Di Miceli põe sua pitada de tempero ao grande banquete musical amazônico. Viva o rico mundo de Enrico! Enrico, sarava, irmão!”
Nas gravações, Enrico Di Miceli escalou um time de virtuoses de Macapá, instrumentistas do mais alto nível, velhos conhecidos. São eles:Edson Costa (Fabinho) (guitarra), Alan Gomes (baixo), Hian Moreira (bateria) e o percussionista mais genuíno para os toques do marabaixo e do batuque, Nena Silva (percussão). A estes, Nilson Chaves, que fez a Produção Geral de Estúdio e a Direção Artística, arregimentou um reforço de primeira linha, de Belém, dentre eles:, Davi Amorim (guitarra e banjo), o próprio Nilson Chaves (violão de nylon), Adelbert Carneiro (baixo), Edgar Matos (teclados), Esdras de Souza (sopros), Edvaldo Cavalcante e Márcio Jardim (bateria), Kleber Benigno (Paturi) (percussão geral) e o quarteto de cordas formado por Bruno Valente (violoncelo), Rodrigo Santana (viola), Marcus Guedes e Ronaldo Sarmanho (violinos).
Parte dos arranjos foram feitos por Alan Gomes, Edson Costa (Fabinho) e Hian Moreira; três faixas foram creditadas como ‘arranjo coletivo’, todos contribuindo com seus pitacos.Mas, também constam os arranjos de Nilson Chaves e de dois outros renomados ícones da música paraense: o baixista Adelbert Carneiro e o maestro Tynnoco Costa, este último responsável pelos arranjos de cordas.
O disco foi gravado e mixado no Estúdio APCE (Belém/PA), pelo técnico de gravação Assis Figueiredo, que também o mixou ao lado de Nilson Chaves. A masterização foi feita por Carlos Freitas (Classic Master, SP) e a produção executiva foi de Clícia Vieira Di Miceli.
terça-feira, 10 de setembro de 2019
Grupo Guá apresenta neste sábado, 14, a noite do Marabaixo Estilizado
A Açucena Entretenimentos apresenta no dia 14 de setembro, o Grupo Guá e "A Noite do Marabaixo Estilizado".
Formado por jovens de comunidades negras do Estado, o grupo irá apresentar grandes sucessos da música regional e nacional de forma estilizada.
De acordo com o grupo, o objetivo é profissionalizar o trabalho e apresentar o marabaixo como maior manifestação cultural a partir da associação do som das caixas e instrumentos de harmonia (violão, cavaquinho e baixo, além da flauta).
“Nós respeitamos a essência do marabaixo e trouxemos um novo conceito na musicalidade deste ritmo que é nosso patrimônio cultural. Queremos levar a história do marabaixo enquanto dança, resistência e musicalidade”, ressaltou o idealizador Wendel Uchôa.
O show inicia às 21h e contará ainda com a participação especial dos cantores Márcia Fonseca, Zé Miguel, Silmara Lobato, João Amorim e Carlos Piru.
O Guá
Criado em maio deste ano, o grupo possui dez componentes. A expressão que dá nome ao grupo surgiu a partir de uma expressão verbal muito utilizada na região norte e quer demonstrar emoções como a alegria, tristeza e muitas vezes até mesmo a surpresa. Além da apresentação deste sábado, o GUÁ se apresenta em receptivos, eventos familiares, congressos e encontros comerciais, adequando-se de acordo com a necessidade.
Serviço:
Data: 14/9/2019 (Sábado)
Hora: 21h
Local: Casa de Show Donna Antônia
Endereço: Av. General Gurjão, 85 - Centro, ao lado do Teatro das Bacabeiras
Informações:
WhatsApp: 98119-5784 / 99184-4277
Telefone: 99149-8653 / 99911-5496
EXPOSIÇÃO
Galeria de Artes Antônio Munhoz (Sesc Araxá) está com exposição fotográfica, “(RE) conhecendo a Amazônia Negra: Povos, Costumes e Influências Negras na Floresta”, até o final de setembro. Da artista Marcela Bomfim (RO), que faz parte do circuito Amazônia das Artes. (www.sescamapa.com.br).
TARDINHA
Dia 15 de setembro tem o show de samba “Tardezinha do Piratão”, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá), a partir das 15h30.
Atrações: Fábio Moreno, Charlinho, bateria Majestosa, casal Mestre Sala e Porta Bandeira, Rainha de Bateria e participação especial de Rally do Samba.
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